quarta-feira, 11 de maio de 2011
Ajuda literária
Tenho preferência em diários ou de histórias veredictas.
Obrigada!
domingo, 9 de janeiro de 2011
Morrer é só não ser visto
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
NLA
Mas se me perguntarem qual é o meu escritor preferido, eu respondo: Nuno Lobo Antunes.
Muitas são as vezes que me questionam sobre o porquê desta minha preferência, eu não respondo, porque ainda não tenho essa resposta formada. Existem pessoas que acham que é por eu ter sido atirada para um mundo à parte deste, ao qual é necessário sangue frio. Podia continuar, mas ficou-me por este exemplo, porque a minha resposta é sempre a mesma independentemente, das sugestões/opiniões/afirmações que me dão: "eu acho que é um pouco de tudo. Nos livros dele posso encontrar a minha vida, contada do ponto de vista clínico, posso rever a frontalidade que poucos médicos têm, com medo de magoar o doente, felizmente, os meus são como ele, frontais, directos, sem meias palavras. Mas naquelas páginas encontro o que recebo dos médicos que seguem: esperança! Talvez seja por isso que goste de o ler"
sábado, 26 de junho de 2010
Não se assustem, mas eu tinha de escrever sobre isto.

Deixo aqui uma opinião que me deram:
"Este livro é um livro completamente mágico, cheio de flores, odores, cores e sabores, com relações difíceis entre as mulheres de uma família detentora de segredos mágicos e que são tão diferentes mas tão iguais umas às outras quanto é possível.
A história centra-se nas últimas mulheres da família Waverley, que vivem em Bascon, onde cada família é conhecida por uma série de dons que passam de pais para filhos ou de mães para filhas.
Na casa das Waverley é possível encontrar um jardim especial onde as flores que lá crescem têm os seus poderes especiais e macieira que sempre lá esteve tem vontade própria e gosta de atirar maçãs que mostram a quem as come o acontecimento mais importante das suas vidas.
Claire é uma mulher solitária que nunca foi como as outras pessoas, que cuida do seu jardim, tem o seu negócio de comidas à base de flores e com as quais é capaz de produzir os efeitos que quer nas outras pessoas. O que Claire mais procura na sua vida é a constância e a rotina metódica, pois sempre sentiu que acabava por perder todos de quem gostava. À custa disso acaba por se fechar às outras pessoas. Mas tudo isto muda quando conhece o seu novo vizinho do lado, Tyler, um professor de artes, ao mesmo tempo que a sua meia-irmã, Sydney após ter estado dez anos desaparecida, transportando a sua pequena filha, Bay de seis anos, alterando todo o mundo de Claire perfeitamente organizado.
Sydney, a meia irmã de Claire, fugiu de casa numa tentativa de imitar a sua mãe, Lorelei Waverley, e de fugir a todo o mágico mundo cheio de poderes subtis que envolve a sua família. Acaba por se meter com homens errados, os quais rouba e depois abandona, até que um dia conhece David e engravida de Bay. Depois disso ele começa a tratá-la mal a abusar dela, a bater-lhe e por vezes quase que a mata. Quando por fim Sydney arranja coragem de fugir ao violento pai da filha, parte para Bascon, o único sítio no mundo onde alguma vez conseguiria arranjar segurança para a filha. De volta a casa é confrontada com o passado e acaba por descobrir qual é o seu verdadeiro "dom Waverley".
Bay, filha de Sydney, é uma menina de seis anos, bastante madura para a sua idade e que cresceu a assistir o pai a fazer "coisas más" à mãe. Tal como todas as mulheres da sua família, tem um poder especial, que é o de saber o verdadeiro lugar das coisas e das pessoas. Bay vai trazer-nos um ponto de vista da história mais delicado e mais simples, típico da sua idade.
Por fim, Evanenelle, é uma idosa, prima de Claire e Sydney, tem o dom de ter de dar coisas às pessoas que mais tarde, por algum motivo que desconhece, irão precisar delas ou que as ajudaram de uma maneira ou de outra.
Ao longo da história assistimos ao desenvolvimento em especial de Claire e Sydney, ao seu amadurecimento, que começam a história perseguidas por medos e anseios, e que os vão vencendo com o decorrer das páginas, desabrochando e conseguindo ser pela primeira vez felizes.
O Jardim Encantado está maravilhosamente escrito com uma leveza e aromas mágicos. Aqui a magia e a realidade andam juntas, misturando-se tão bem como se fizessem parte uma da outra. É realmente um livro muito lindo, um romance delicioso e aromático (literalmente) cheio de uma sensibilidade. E é um livro com uma capa lindíssima!"
Eu não tenho nenhum jardim encantado, mas tenho um pouco das personagens Claire e da Bay. Sei o sitio onde as coisas pertencem. Sei antes de tempo, surpresas que me fazem. Pressinto quando alguma coisa esta ou vai estar mal, e podia continuar, mas fico-me por aqui. Claro que para saber isto tudo, tive de perder alguma coisa. E perdi. Muito, até.
E ao ler este livro, lembrei-me duma pessoa :s
P.S: Logo já respondo aos comentários e aos desafios.
domingo, 9 de maio de 2010
É imperdivel, eu sei.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
As velas ardem até ao fim
Este é só um exerto de um dos livros que me fez questionar sobre muitas coisas. Ao ler cada linha, pensei, 'que livro é este que acabei de ler?' É mais do que a elegia da amizade, mais do que o assoberbar do amor, do ódio, do desejo de vingança... É mais do que cem folhas em letra miúda, é mais do que um desabafo da alma de um autor húngaro de quem nunca ouvi falar... no entanto, foi uma boa surpresa :) Tem uma vida própria. Tem identidade. Com uma escrita detalhada mas de traços simples que nos faz sentir que estamos a assistir a uma peça de teatro, o autor narra-nos a conversa nocturna entre dois seres humanos que aguardaram quarenta e um anos por uma resposta que afinal se resume a duas vidas perdidas na partilha de um segredo.. É um livro intenso e não o achei secante. Tudo foi posto em causa... Onde acaba a amizade e começa o amor? Ou será este um prolongamento do primeiro? E a fidelidade, terá sentido? O que é a traição? As palavras que se soltam são tremedamente pesadas, mas absorvidas pelo visitante.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Pormenores
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Sinto Muito

Li os vossos comentários que naturalmente me comoveram, embora sem falsa modéstia, tenha de dizer que não sou herói nem santo, apenas



